POLÍTICA

Lula discute vice do MDB para 2026, diz Renan

O Senador relata conversa com o presidente sobre possível composição de chapa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu a possibilidade de ter um vice do MDB na eleição de 2026, segundo relato do senador Renan Calheiros (MDB-AL). A conversa ocorreu em 17 de dezembro, na Granja do Torto, em Brasília.

De acordo com o senador, a iniciativa partiu do próprio presidente. Ele afirmou que o tema ainda não envolve definição formal e dependeria de convite oficial e de deliberação interna do partido.


Conversa na Granja do Torto
Renan afirmou que o tema foi levantado por Lula em reunião no fim do ano passado. Segundo ele, não houve pedido do MDB para ocupar a vice-presidência, mas uma sinalização do presidente sobre a composição futura da chapa.

O senador acrescentou que qualquer avanço dependerá de convite formal do chefe do Executivo e de deliberação interna do partido.


A legenda, que possui representação expressiva no Congresso Nacional e presença em diversos estados, costuma decidir alianças eleitorais em convenções próprias, considerando cenários regionais e nacionais.

MDB no centro das articulações
A eventual escolha de um vice do MDB é vista como movimento para ampliar alianças no campo do centro político. O partido tem presença relevante no Congresso e nos governos estaduais.

Entre os nomes citados nos bastidores está o do ministro dos Transportes, Renan Filho. Integrantes do MDB afirmam que o debate ainda não foi formalizado.

O MDB tem histórico de participação em diferentes composições presidenciais ao longo das últimas décadas, o que reforça seu peso nas negociações eleitorais.

Papel de Alckmin em debate
A discussão sobre a composição da chapa ocorre paralelamente a declarações recentes de Lula sobre o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin. O presidente afirmou que Alckmin poderá desempenhar papel relevante nas próximas eleições, especialmente em São Paulo.

A declaração foi interpretada como sinal de que o desenho da chapa para 2026 permanece em aberto. São Paulo é considerado estratégico por concentrar o maior eleitorado do país.

Até o momento, não há definição oficial sobre mudanças na chapa presidencial. As conversas indicam movimentações iniciais dentro do cenário político para 2026.

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