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Podcast “A Mulher da Casa Abandonada” terá episódio extra, confirma Chico Felitti

O jornalista Chico Felitti, idealizador de “A Mulher da Casa Abandonada“, confirmou que o podcast terá um episódio extra. Em participação no “Me Conte uma Fofoca”, o responsável pela investigação de Margarida Bonetti, que escravizou uma mulher por 20 anos, revelou que decidiu incluir mais um capítulo na história para contar detalhes do caso.

Como checado e narrado por ele, a brasileira escravizou, torturou, explorou e manteve em cárcere privado uma mulher por 20 anos nos Estados Unidos. Ela fugiu do território estadunidense ao ser denunciada, entrou para a lista de procurados pelo FBI e se abrigou no antigo casarão de sua família, no bairro nobre de Higienópolis, em São Paulo.

Em “A Mulher da Casa Abandonada”, que viralizou nas redes sociais e o casarão virou até cenário no jogo “The Sims”, Chico narra como descobriu os crimes cometidos por Margarida e detalha todo o processo de investigação do caso. Inicialmente, o podcast teria sete episódios e chegaria ao fim com a entrevista de Bonetti, mas os planos mudaram devido a repercussão.

De acordo com Felitti, o capítulo extra será usado para falar da repercussão do podcast, dos elementos novos e das informações adicionais que surgiram após os sete episódios já estarem finalizados. Mas além disso, o podcast não ganhará nova temporada e nem um paralelo sobre as irmãs Bonetti. “Não tem possibilidade de spin-off. A história é essa e a história está contada”, afirmou Felitti.

O responsável pela investigação ainda fez um apelo para que os ouvintes parem de pedir que os outros membros da família do casal, que não estão envolvidos nos crimes, sejam mencionados e tenham suas identidades reveladas. “O filho não tem nada haver com o crime, parem de querer envolver o filho”, declarou.

Enquanto o sétimo episódio de “A Mulher da Casa Abandonada” não é lançado, Felitti adiantou ao Yahoo que na conversa que teve com Margarida Bonetti, ela apresenta “uma clareza e uma sinceridade ímpar”, que nem mesmo o jornalista esperava.

“Ela fala e não é que ela [queira] se desvencilhar de nada. Ela fala abertamente e dá pontos de vista que eu acho que são raríssimos de se encontrar e ditos em voz alta”, afirmou durante entrevistada realizada na Bienal do Livro de São Paulo.

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